sábado, 7 de março de 2026

O anel do Rei

 Sabemos que a nossa atitude perante os problemas, fracassos ou situações do dia a dia condiciona o que acontece conosco. A percepção de que tudo passa tende a ser algo saudável ao invés de ficar ancorado emocionalmente a uma situação.

O mundo é diversificado! Temos dia e noite, sol e chuva, alegria e tristeza e assim seguimos em situações que tendem a ter uma relação cíclica, temos começo e fim de situações. E por mais que algo pareça grande e complexo, isso também passará.

Assim a storytelling do "Anel do Rei”


Certo dia, um poderoso Rei, governante de muitos domínios, sentiu-se ameaçado. Outros poderosos queriam seu espaço, suas riquezas, sua vida.  Então, chamou seus assessores e disse:

- Sinto que devo  procurar alguma coisa que possa equilibrar meu estado de espírito. Algo que me faça estar bem, sereno, quando eu me sentir infeliz, perseguido, atacado, traído, usurpado.  Ao mesmo tempo, algo que me faça tranquilo quando eu me sentir feliz.

Os assessores, sem entender o que significava aquele pedido, foram pedir conselho a uma mulher mística.

A mulher, chamada Serena,  de origem latina, significa paz, tranquilidade e calma. 

Depois de escutar os assessores, disse Serena:

“Deem este anel ao Rei. Existe uma mensagem oculta debaixo da pedra. Mas digam-lhe que há uma condição que deve ser cumprida. A mensagem não deve ser lida apenas por curiosidade, porque então ela perderá o significado. A mensagem está debaixo da pedra, mas é necessário um momento certo na consciência do Rei para encontrá-la. Não é uma mensagem morta que ele simplesmente vai abrir e ler.” 

“A condição que tem de ser preenchida é a seguinte: Quando tudo estiver perdido, quando o momento for impossível de ser tolerado, quando a confusão for total, quando a agonia for grande, quando ele estiver absolutamente indefeso, e quando nem ele, nem a mente dele tiver nada mais para fazer, só então deverá abrir a mensagem da pedra do anel. Ela estará ali”. Complementou Serena.



O Rei recebeu o anel e seguiu as instruções de Serena, transmitida através dos assessores.

O Rei tinha muitos vizinhos que desejavam seu poder e suas posses. Certo dia  seu país foi tomado por seus inimigos. Não lhe restou alternativa a não ser fugir para salvar sua vida. Seus inimigos não teriam piedade dele. Seria certamente  capturado e dominariam suas posses.

Em muitos momentos  ele esteve no limiar de tirar a pedra e ler a mensagem, mas achava que ainda não era o fim: “Ainda estou vivo. Mesmo que o país esteja perdido, posso recuperá-lo”.

Uma vez os seus inimigos o perseguiram. Ele podia ouvir os barulhos dos cascos dos cavalos ao tocar nas pedras e chegavam cada vez mais perto. Ele continuou fugindo. Os amigos que seguiam com ele foram ficando pelo caminho. Seu cavalo morreu de cansaço e ele passou a correr a pé. Os pés sangravam, e embora sem poder andar nem mais um passo, ele teve de correr sem parar. Tinha fome e o inimigo se aproximava cada vez mais. Ele subiu por um caminho de pedras e chegou a um ponto sem saída. A trilha terminou. Não havia mais estrada à frente, apenas um abismo. O inimigo estava cada vez mais perto. Não podia voltar, pois o inimigo estava lá e também não podia saltar. O abismo era grande. Ele poderia morrer na queda. Agora parecia não haver mais possibilidades, mas ele ainda esperava pela condição.

Ele disse: “Ainda estou vivo, talvez o inimigo vá noutra direção. Talvez, se pular neste abismo, eu não morra. A condição ainda não está preenchida”.

E então, subitamente, sentiu que o inimigo estava perto demais. Não restava mais tempo. O inimigo estava muito perto e seus últimos momentos simplesmente haviam chegado.

Rapidamente ele tirou o anel, abriu-o e olhou por trás da pedra. Havia uma mensagem.

De súbito, tudo relaxou! Aconteceu naturalmente um grande silêncio. O inimigo foi para outra direção se afastando cada vez mais. Ele então se sentou e descansou.

Depois de dormir por um longo tempo, ele acordou e começou a voltar em direção ao palácio. A medida que retornava ele ia tomando consciência de que seus amigos tinham feito sua defesa. Os inimigos tinham sido derrotados. Chegando ao castelo viu que era novamente o Chefe.

Nos dias que se seguiram houve  grandes celebrações. O povo se alegrou, dançou nas ruas, numa grande festa. O REI estava se sentindo  muito feliz. Seu coração batia  rápido de tanta felicidade. De repente, se lembrou do anel, abriu-o e olhou. Lá estava a frase.... E ele relaxou.

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1. QUAL ERA A FRASE DO ANEL?  (Quem adivinhar ganhará um brinde)

2. Muitos outros e outras místicos falaram desta paz. Vamos lembrá-los?


Santa Teresa d'Ávila: "Nada te perturbe, nada te espante, tudo passa, Deus não muda, a paciência tudo alcança; quem a Deus tem, nada lhe falta: Só Deus basta"

Santo Agostinho: "Ainda singramos o mar, mas já lançamos em terra a âncora da esperança" 

São Francisco de Assis: "É tão grande o bem que espero, que todo o sofrimento me é um prazer".

Santa Teresinha do Menino Jesus: "Eu não morro, entro na vida"

São João da Cruz: O silêncio não é o amor, mas um preâmbulo para o amor.

Papa Francisco: Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados.

 São Paulo, 2Cor 12,9: "Basta-te a minha graça. É na fraqueza que meu poder se manifesta"

Santa Clara de Assis: Exulte sempre no Senhor... Não se deixe envolver pela amargura e o desânimo.

Santo Agostinho: A oração é uma chave, que nos abre as portas do céu.

Papa Leão XIV: Para não afundarmos na escuridão, é necessário ver a luz e acreditar nela. 

Papa Leão XIV: A paz tem o sopro da eternidade: enquanto ao mal se ordena “basta!”, à paz se suplica “para sempre”.

Santo Agostinho: «Se quereis atrair os outros para a paz, tende-a vós primeiro; sede vós, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros, deveis ter dentro de vós a luz acesa».


Papa Leão XIV: Também nos lugares onde só restam escombros e onde o desespero parece inevitável, ainda hoje encontramos quem não esqueceu a paz.

Papa Leão XIV: Do mesmo modo que, na noite de Páscoa, Jesus entrou no lugar onde se encontravam os discípulos assustados e desanimados, assim a paz de Cristo ressuscitado continua a atravessar portas e barreiras com as vozes e os rostos das suas testemunhas. 

Jesus: «Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. Não é como a dá o mundo, que Eu vo-la dou».  «Não se perturbe o vosso coração nem se acovarde» (Jo 14, 27)

Papa Leão XIV:  O caminho de Jesus continua a ser motivo de perturbação e medo. E Ele repete com firmeza àqueles que gostariam de defendê-lo: «Mete a espada na bainha» (Jo 18, 11; cf. Mt 26, 52). A paz de Jesus ressuscitado é desarmada, porque desarmada foi a sua luta, dentro de precisas circunstâncias históricas, políticas e sociais.

Papa Leão XIV: Quando tratamos a paz como um ideal distante, acabamos por não considerar escandaloso que ela possa ser negada e que até mesmo se faça guerra para alcançá-la.

Papa Leão XIV: Se a paz não for uma realidade experimentada, guardada e cultivada, a agressividade espalha-se, tanto na vida doméstica, quanto na vida pública. 

Papa Leão XIV: «quem ama verdadeiramente a paz ama também os inimigos da paz». [6] Assim, Santo Agostinho recomendava não destruir pontes e não insistir com repreensões, preferindo a via da escuta e, na medida do possível, do encontro com as razões dos outros. 

Papa Leão XIV: A bondade é desarmante. Talvez por isso Deus se tenha feito criança. O mistério da Encarnação, que tem o seu ponto mais extremo de esvaziamento.

Papa Francisco: «a fragilidade humana tem o poder de tornar-nos mais lúcidos em relação ao que dura e ao que passa, ao que faz viver e ao que mata."

Tecla Merlo: Deus meu, que eu me esconda em ti, como a gota no oceano

Tecla Merlo: A cada respiro pretendo dizer: Jesus está conosco, nós estamos com Jesus

Tecla Merlo: Tudo é de Deus, também esta mísera vida, que tudo seja para a glória da Trindade Santíssima

Papa Leão XIV: "Faz parte do panorama contemporâneo, cada vez mais, arrastar as palavras da fé para o embate político, abençoar o nacionalismo e justificar religiosamente a violência e a luta armada. Os fiéis devem refutar ativamente, antes de tudo com a sua vida, estas formas de blasfêmia que obscurecem o Santo Nome de Deus".

Tiago Alberione: Quem está apegado as coisas, ainda que insignificantes, é semelhante a um pássaro amarrado: não pode levantar voo…

Tiago Alberione: Sobre mim está a mão do Senhor. 

Tiago Alberione: Até aqui o Senhor nos conduziu. Daqui pra frente ele nos conduzirá.

Tiago Alberione: Um corte de tecido, ainda que tivesse dois mil metros de comprimento, é sempre o resultado da trama dos pequenos fios. Assim também a nossa vida: apesar de longa, é feita de minutos, e na santificação dos minutos está o segredo da santidade.

Tiago Alberione: Somos rodeados de necessidades e cheios de misérias e fraquezas. Em geral, só o Senhor pode socorrer-nos; por isso também a razão natural nos persuade da necessidade de rezar.  

Tiago Alberione: Perdida uma batalha, enquanto vivemos, há tempo para vencer uma outra. 

Tiago Alberione: Ninguém é mais poderoso do que aquele que sabe dominar-se.  


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E lembre-se: nenhuma situação dura para sempre, porque tudo na vida é um ciclo:  plantar, colher, descansar e renovar-se. O inverno não é infinito: mesmo que você esteja enfrentando desafios hoje, não pode desistir à chegada da primavera.

Qual é a mensagem do anel:

"ISTO TAMBÉM PASSARÁ"

Tudo passa. E isso que você está vivenciando também passará.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Como perdoar - todo ser humano é bom - SAWABONA - SHIKOBA

 Atitude com o que erra numa tribo na África do Sul   

Uma tribo africana nos ensina. Veja como perdoam.

Lá quando alguém erra, esta pessoa é levada para o centro da aldeia. Todas as demais pessoas colocam-se em círculo em volta do que errou. E ali ficam por dois dias, recordando e dizendo tudo de bom que esta pessoa é e faz. A tribo acredita que todo ser humano que vem ao  mundo é bom.

Mas as pessoas cometem erro e a comunidade entende este erro como um grito de socorro. Elas se unem então, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem realmente ele é. Isto, até que ele se lembre da realidade da qual havia se desconectado: 

EU SOU BOM.

SAWABONA! SHIKOBA!

SAWABONA é um cumprimento que quer dizer: “Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim”

SHIKOBA é a resposta que significa: “Então, eu existo para você!”

E a pessoa é reintegrada, não pela falta de perdão ou condenação, mas pelo que ela é e porque os demais a respeitam e acreditam nela.

Que costume bonito! E que bom se fôssemos assim como esta tribo da África!

domingo, 20 de julho de 2025

O sentido da parábola

 "Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão nua como o seu nome. E todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas. Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.

- Verdade, porque estás tão abatida? - perguntou a Parábola.

- Porque devo ser muito feia já que as pessoas me evitam tanto!

- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso que as pessoas te evitam. Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passava era bem acolhida.

- Pois as pessoas não gostam de encarar a Verdade nua; elas a preferem disfarçada”.

( Conto judaico)

terça-feira, 1 de julho de 2025

Como consertar o mundo?






Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu escritório decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e,  com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

— Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

— Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar!

De início, o pai não acreditou nas palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Ergueu os olhos de suas anotações, e para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

Então ele perguntou:

— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

— Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, consertei o mundo.





Atividade: nas peças do quebra-cabeças, escrever uma lista de atitudes que devem mudar para que o mundo seja melhor












quinta-feira, 1 de maio de 2025

Assembleia na Carpintaria

 



Dinâmica: distribuir figuras de cada instrumento para os participantes que ficam em círculo. Quando for citado, fica em pé e ergue a imagem

 

Narrador

Contam que, em uma marcenaria, houve uma estranha assembleia.

Foi uma reunião onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas diferenças.



Um martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes exigiram que ele renunciasse. A causa?

Fazia demasiado barulho e além do mais, passava todo tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa.

Disse que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.


A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.

Nesse momento entrou o marceneiro, juntou toda as ferramentas e iniciou o seu trabalho.

Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso…




Quando o marceneiro foi embora, as ferramentas voltaram à discussão.

E a rústica madeira se converteu em belos móveis.




Mas o serrote adiantou-se e disse:

– Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos…

Portanto, em vez de pensar em nossas fraquezas, devemos nos concentrar em nossos pontos fortes.

 Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato.



E uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalharem juntos.

Sentiram-se como uma equipe e entenderam que apesar dos defeitos todos tinham excelentes qualidades .

Autor: desconhecido

O mesmo ocorre com os seres humanos. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.

Se for um grupo maior poderá conversar sobre as qualidades de cada um para construir um Projeto comum.

sexta-feira, 28 de março de 2025

Santa cruz é Deus?

 

Imagem: freepik


Voltava de metrô do Jabaquara, num horário menos agitado.

As pessoas estavam acomodadas. À minha frente estava

sentada Laura com seu filho Joaquim, de cerca de três anos.

A certa altura, no som o locutor anunciou:

- Próxima estação: Santa Cruz!

Joaquim, pensativo,  olhou para a mãe e disse bem alto, perguntando:

- Santa Cruz é Deus, né mãe?

Laura, talvez distraída em seus pensamentos, não disse nada.

Joaquim, querendo saber mais, completou:

- Um Deus assim (abriu os bracinhos), né mãe?

Uma cena encantadora!

Acredito que Laura não perdeu a ocasião para confirmar seu pequeno

Joaquim na fé, ainda que fosse quando estivessem sós, ao sair do metrô.

Os olhinhos do menino pareciam buscar uma resposta, olhando para o alto de onde vinha a voz.

 




Para pensar:

1.   O que você responderia ao Joaquim?

2.   Lembra-se de um fato parecido? Conte-nos.


Para trabalhar com as crianças, na catequese, em aula:

caCada um vai olhar para seu corpo e descobrir um gesto que lembra Jesus, Deus.

    Por exemplo: as mãos que partem o pão como Jesus na última ceia, as mãos que criam com desenhos numa folha, as mãos que curam, abraçam, dão vida regando uma planta etc.


P


sábado, 15 de março de 2025

Quem são os santos?

 


Cristina costumava passar pela manhã  na igreja para rezar, levando consigo seu filho Gabriel, de 3 anos. Enquanto rezava, Gabriel passeava pela igreja, olhando tudo com viva  atenção. A igreja era linda, ornada de grandes vitrais,  belas  ilustrações da vida dos santos.

Aos poucos, o sol ia surgindo e seus raios atravessavam os vitrais, fazendo-os  muito mais vivos.  A atenção de Gabriel se fixava na  beleza da luz do sol refletida nos vitrais.

De quando em quando, ele se aproximava da mãe para fazer  suas perguntas:

- Mamãe, o que é isso? O que é aquilo? – dizia, mostrando os vitrais iluminados, coloridos.

A mãe, para atender ao Gabriel, dizia-lhe:

- São os santos, meu filho.

E, Gabriel, satisfeito com a resposta da mãe, corria  pelos corredores.

Alguns anos se passaram. Gabriel começou a frequentar a catequese.

Um  dia, a catequista perguntou às crianças:

- Vocês sabem quem são os santos?

Gabriel, com muita vivacidade,  ergueu rapidamente o braço.

- Eu sei, eu sei!

 - Então, Gabriel, quem são os santos?

 E, Gabriel, nem pensa, fala:

- São aqueles que deixam passar a luz de Deus!


Atividade:

Contar a história de alguns santos e descobrir juntos como deixaram a luz de Deus passar


                                                 São  Tarcísio


Maria Mãe de Jesus  - Evangelho de Lucas, na Bíblia - 




São Paulo

Pastorzinhos de Fátima

Carlo Acutis



O anel do Rei

 Sabemos que a nossa atitude perante os problemas, fracassos ou situações do dia a dia condiciona o que acontece conosco. A percepção de que...